Sei que tenho a capacidade de realizar qualquer sonho, por isso mesmo escolho tanto: para que não desperdice minha energia com “qualquer sonho”. Preciso realmente estabelecer metas e cumpri-las? Ou basta cumpri-las, mesmo que não tenham sido estabelecidas por mim? Ou nem uma coisa, nem outra? Há algum problema em não querer nada? “Não querer nada”... é estar feliz com o que possuo, ou é estar acomodado, inerte?
Acho que tenho o poder (e o dever) de fazer escolhas... e só. As conseqüências estão totalmente fora de meu controle. A vida me conduzirá por caminhos imprevisíveis, e eu terei de me conformar. Assim, o livre-arbítrio deixa de ser um privilégio, e passa a ser esmola, para não dizer “martírio”. Se não controlo as conseqüências, qual a razão de se fazer escolhas? Posso até ter um remo e escolher alguma direção... mas sempre estarei à deriva, pois a correnteza é muito mais forte do que eu.
quarta-feira, janeiro 11, 2006
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